
Crendo e sonhando a encontrar um dia,
Me pus na esquina do ideal à espera,
Do que pensei que fosse, mas não era,
Tão fácil de surgir... Mas não surgia.
Assim esperei... O tempo meu fugia...
E fui, na minha crença tão sincera,
Vendo passar a minha primavera,
Enquanto lento o inverno aparecia.
Mas acredito: ela virá ainda,
Mesmo que a minha vida esteja finda,
Porque meu sonho a crer assim me faz.
E alguém pergunta-me: "a quem espera?"
Respondo: "o aparecer de uma nova Era,
Que traga ao mundo a tão sonhada paz".
(Sá de Freitas)
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