
Cantarei hoje uma canção bem diferente
Uma canção canora, franca e dedicada
A um alguém de uma sorte delicada
Quão delicado é o amor que ora sente
De que agruras, esta alma se ressente
E quais as pedras que encontrara na estrada
Que a inibem de antever a alvorada
De uma vida que ela agora não pressente?
Há de encontrar, eu creio sim, seu namorado
Há de viver, eu creio sim, um grande amor
Que a felicite e seja enfim o seu amado
Que a realize e que elimine a sua dor
Cantando sempre uma canção de seu agrado
Em qualquer dia, seja lá qual dia for!
José Antônio Gama de Souza-Balzac
Leopoldina, MG, 12 de junho de 2007.
Nenhum comentário:
Postar um comentário