
Foi o amargor da perda, fugaz
É a esperança do sonho, eterna
Será a alegria do ter, real
Foi a esperada alegria
É a tida esperança
Será a perdida amargura
Foi a amarga perda
É o tido sonho
Será a alegre espera
Foi a perdida esperança
É a sonhada alegria
Será a tida amargura
Foi o alegre fogo
É a sonhada realidade
Será a eterna espera
O amor...
que fugazmente perdi
que eternamente sonho
que realmente tiver
O amor...
amargo, que perdido foi
esperado, que sonho é
alegre, que terei e que será!
(José Antônio Gama de Souza-Balzac)
Leopoldina, MG, julho de 1998.
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